Vocês são como ele é: “Jair Bolsonaro somos nós” (no caso, vocês)



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O que esperar de vinte e oito anos respondendo inativa representação política? Deixo a vocês, que nele votaram, justificarem a opção

Bem, o que se deve esperar de alguém que, há mais de seis meses, relativiza e age de forma irresponsável diante de um vírus que infectou mais de 13 milhões de pessoas no mundo e, no Brasil, já causou 75 mil óbitos? 

E se ele for presidente de um país com extensão de 8,7 milhões de quilômetros quadrados, população acima de 210 milhões, terra nova, descoberta há 520 anos por incursões lusitanas que nela encontraram indígenas, nossos verdadeiros patrões, e se desenvolveu até 1988, quando instituiu Carta Soberana, por Assembleia Constituinte, infelizmente, hoje em dia muitas vezes desrespeitada?

O que esperar de vinte e oito anos respondendo inativa representação política, criando episódios confusos quando na ativa das Forças Armadas, espalhando discursos que vão contra os direitos de grupos que não constam de sua cartilha moral e humanista? Deixo a vocês, que nele votaram, justificarem a opção. Má intenção não deve ter sido, sempre delicado que sou. 

A quem se absteve sou mais exigente, mas ainda assim delicado. Os que conheço afirmam inteligência, mas haveria alguém com pior biografia do que o Regente Insano Primeiro (RIP), nas eleições de 2018? Difícil.

Até que me veio a clareza: vocês são como ele é! Estivessem no romance de Gustave Flaubert (1821-1880), no lugar de “Madame Bovary c`est moi!, confessariam “Jair Bolsonaro somos nós!”.

Escolheriam educar os filhos como ele os fez, teriam os mesmos amigos milicianos a garantirem criminosas ações pretensamente protetivas. Encontrariam ou, caso não, deixariam ministérios vagos, em busca dos piores da turma, aqueles de similar mediocridade. Resumindo: mulheres, obteriam mais um bracelete de ouro para braços não elegantes; homens, armas para defesa das violências que vêm da miséria por nós mesmo criada. Choraminga-se pedindo o fim da impunidade. De quem?

 

Curiosa a incapacidade de notar que fossos sociais levam a fossas escatológicas.

“Mas, e aí, ó rancoroso colunista, e o agronegócio? O que lhe parece? Malévolos efeitos climáticos pontuais, safras e valores de produção recordes, PIB positivo, exportações crescentes, base para a balança comercial positiva, tudo bem, então? Não, não, não nos venha com a lupa. Cansamos dela”.

Exatamente, agropecuaristas, analistas econômicos, Dona Tereza Cristina, associações, federações e corporações. Tudo 12 por 8, como dizem meus amigos nordestinos, parafraseando médicos, quando eles indicam a pressão e afirmam-nos saudáveis.

Só que não. Por ora, deixo a lupa, e para ver ainda mais do alto, subo além dos 40 mil pés regulares na aviação comercial. E o que vejo? Só mais um parágrafo até eu parar de rir.

Durante décadas, matas e florestas, inclusive as Atlântica e Amazônica, foram queimadas e desmatadas. Em formas as mais desvairadas. Correntões!

Vieram governos menos insanos e com isso se preocuparam, embora nem sempre com sucesso.

Pois bem, já não se trata de consciência ambiental e preservar tesouros de biodiversidade para gerações futuras. Não me peçam indicar quem o mecenas que legou essa dádiva para o Brasil. Mas ela é nossa!

Hoje em dia, são tantas as defesas à preservação ambiental tupiniquins e do exterior que percebo. Sigo-as, amiúde defendo-as, e assino. 

Recomendo aos residentes na cidade de São Paulo, onde moro: ao pegarem qualquer estrada que os leva para interior ou litoral, maravilhem-se com o verde à sua volta, e comparem com paisagens onde ele foi destruído. 

É como, repetindo Geraldinho Azevedo, falar para a mulher amada: “Eu digo, e ela não acredita, ela é bonita demais”.

Imaginem, então quem as bem conhecem, Atlânticas e Amazônicas.

Nos últimos dias, hipocritamente, o agro defende a biodiversidade contra as sanhas de Salles, Araújo, do clã, que estão detonando nossas imagem e credibilidade externas. 

O agronegócio precisou se manifestar através de declarações, abaixo-assinados, manifestações, Mourões, para que as bestas se controlem, caso contrário, conforme a comunidade internacional, o agro será pop, tech, tudo, enfim. Menos lucrativo. E isso eles não aguentam.

E agora bolsonaristas? Infelizes? Inté!

Este texto não reflete necessariamente a opinião de CartaCapital.




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